Sim, a massagem pré-natal é geralmente segura a partir do segundo trimestre, depois das 12 semanas. É feita sobretudo deitada de lado, com almofadas de apoio e pressão suave. Antes de marcar, fale sempre com o seu médico ou parteira, sobretudo se a gravidez for de risco.
Pontos-chave
- Fale sempre primeiro com o seu médico ou parteira, sobretudo numa gravidez de risco.
- A massagem pré-natal é geralmente segura a partir do segundo trimestre, depois das 12 semanas.
- Fica deitada de lado, com almofadas de apoio, uma posição confortável em qualquer fase.
- A pressão é leve a moderada e evita zonas sensíveis e pontos de pressão específicos.
- Muitas grávidas aproveitam especialmente o terceiro trimestre, quando os desconfortos são maiores.
A resposta, com calma
Sim, a massagem pré-natal é geralmente segura a partir do segundo trimestre, das 12 semanas. A sessão é feita sobretudo deitada de lado, com almofadas de apoio. A pressão é suave e pensada para a fase da gravidez em que está.
Há uma regra que vem antes de todas as outras: fale com o seu médico ou parteira antes de marcar. Só quem acompanha a sua gravidez sabe se este é o momento certo para si. Numa gravidez de risco, essa conversa é indispensável.
Fala-se muito de massagem na gravidez, e nem tudo é verdade. Umas ideias assustam demais, outras descansam demais. Aqui separamos o mito do facto, com calma e sem sustos. Se procura os benefícios e o que sentir numa sessão, leia o nosso guia sobre massagem na gravidez.
Antes de marcar, uma conversa
Leve a pergunta à próxima consulta e diga que pensa fazer uma massagem pré-natal em casa. Pergunte se há algum cuidado especial a ter no seu caso. É uma conversa curta, e deixa-a mais tranquila para o dia da sessão.
Se quiser, leve a pergunta já pronta: posso fazer uma massagem pré-natal, deitada de lado, com pressão suave? É simples de responder e não toma tempo a ninguém. A resposta vale mais do que qualquer artigo, incluindo este.
Há situações em que esta conversa pesa ainda mais. Fale com o seu médico ou parteira com especial atenção se:
- a gravidez é considerada de risco;
- está a ser acompanhada por alguma complicação, como tensão arterial, placenta ou coagulação;
- teve perdas de sangue, dores ou contrações fora do normal;
- sente dor, calor ou inchaço numa só perna;
- recebeu indicação para repouso ou para reduzir a atividade.
Se receber alguma indicação, guarde-a bem e conte-a à terapeuta logo no início da sessão. Assim, tudo é ajustado a si desde o primeiro minuto, sem surpresas.
Mitos sobre o momento certo
"Na gravidez não se pode fazer massagem"
Facto: a gravidez, por si só, não impede uma massagem. O que muda é a forma como a sessão é feita. Uma massagem pré-natal é pensada desde o início para si. Tem posição própria, almofadas de apoio e pressão adaptada.
Não é uma massagem comum com menos força, é outra sessão, com outro ritmo. A prudência é bem-vinda nesta fase, e faz todo o sentido. A melhor resposta a essa prudência é falar com o seu médico ou parteira e escolher uma sessão feita para grávidas.
"Pode fazer-se em qualquer altura"
Facto: o momento importa, e por isso a RHEA faz massagem pré-natal a partir do segundo trimestre, depois das 12 semanas. No primeiro trimestre, a recomendação é esperar com tranquilidade. Depois, cada sessão acompanha a fase da gravidez em que está.
O corpo muda de semana para semana. Uma posição confortável hoje pode não o ser daqui a um mês. Por isso a terapeuta pergunta sempre de quantas semanas está. Pergunta também se houve alguma novidade desde a última consulta.
"No terceiro trimestre já não convém"
Facto: muitas grávidas aproveitam especialmente o terceiro trimestre. É quando as costas, as ancas e as pernas mais se queixam. Os pés e os tornozelos também tendem a inchar. A sessão é ajustada a esta fase e pode ajudar a aliviar estes desconfortos.
Ainda assim, ouça sempre quem a acompanha ao longo da gravidez. Se surgir uma indicação nova do médico ou da parteira, essa indicação vem primeiro. A marcação pode sempre esperar uns dias.
Mitos sobre a posição e a pressão
"Tem de se deitar de barriga para baixo"
Facto: a massagem pré-natal é feita sobretudo deitada de lado. Fica apoiada em almofadas próprias para grávidas, sem peso sobre a barriga. É uma posição segura e confortável em qualquer fase da gravidez. A terapeuta chega assim às costas, às ancas e às pernas.
- Almofadas de apoio: a terapeuta traz tudo, não precisa de ter nada em casa.
- Ajustes: se uma posição deixar de ser confortável, diga, porque mudar de lado faz parte da sessão.
- Pausas: pode pedir uma pausa a qualquer momento, para ir à casa de banho ou mudar de posição.
"Quanto mais forte, melhor"
Facto: na gravidez, a pressão é mais suave, leve a moderada, sobretudo na zona lombar, nas ancas e nas pernas. Evita zonas sensíveis e pontos de pressão específicos. Um toque que antes sabia bem pode agora incomodar.
Por isso, esta não é a fase para uma massagem deep tissue, que fica para depois do bebé nascer. Agora, o objetivo é conforto, descanso e uma hora só para si.
Uma sessão, passo a passo
A terapeuta chega à hora marcada com a marquesa, as almofadas, as toalhas quentes e os lençóis. Precisa apenas de um espaço calmo onde caiba a marquesa. Uma sala ou um quarto servem bem. Se gostar de luz suave, baixe as persianas a meio.
Antes de começar, conversam um pouco sobre como se tem sentido. A terapeuta pergunta de quantas semanas está e que desconfortos sente. Pergunta também se o médico ou a parteira deu alguma indicação. Vale a pena contar tudo, mesmo o que parece pequeno.
Durante a sessão, usa roupa confortável e o corpo fica sempre coberto com lençóis profissionais. A música é baixa e o ritmo é lento, sem pressa nenhuma. Se sentir dor, tonturas, náuseas ou simples desconforto, diga logo.
Nesse caso, a terapeuta para, ajusta ou termina a sessão, sem que precise de justificar nada. O seu conforto decide sempre o ritmo. Se for a primeira vez, 60 minutos costumam chegar bem, e mais tarde pode experimentar 75 ou 90 minutos.
No fim, não há pressa nenhuma. Vire-se com calma e fique sentada uns instantes antes de se levantar. Beba um copo de água devagar. Depois, o sofá está à sua espera, sem trânsito nem viagem de volta.
Quando esperar e ligar ao médico
Alguns sinais pedem contacto imediato com o médico ou com os serviços de saúde. São exemplo disso perdas de sangue, dor forte ou uma dor de cabeça intensa. O mesmo vale para um inchaço súbito da cara ou das mãos, ou para a sensação de que o bebé se mexe menos.
Nestes casos, a resposta é cuidado médico, e a massagem fica para outra altura. Se algum sintoma a preocupar depois de uma sessão, ligue ao seu médico ou parteira. A massagem é um momento de conforto, nunca um tratamento.
A massagem pré-natal, em sua casa
A RHEA faz massagem pré-natal ao domicílio a partir das 12 semanas. Estamos em Lisboa, no Porto e no Algarve, todos os dias das 7h às 22h. Também pode marcar diretamente em www.rhea.pt/booking.
Nós levamos tudo: marquesa profissional, almofadas de apoio, toalhas quentes, lençóis, óleos hipoalergénicos e música ambiente. As sessões de 60, 75 e 90 minutos custam 85, 99 e 115 €, com deslocação incluída. O preço que vê é o preço que paga.
Os nossos terapeutas são certificados, e a RHEA atribui o profissional disponível para a sua zona e horário. Os planos mudam, e na gravidez ainda mais.
Pode cancelar ou reagendar sem custos até 24 horas antes, e dentro das 24 horas a sessão é cobrada. Tem alguma dúvida? Escreva-nos no WhatsApp, para o +351 920 540 239. Respondemos em minutos.
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A massagem pré-natal é geralmente segura a partir do segundo trimestre, depois das 12 semanas. No primeiro trimestre, a recomendação é esperar. Antes de marcar, fale com o seu médico ou parteira, sobretudo se a gravidez for de risco ou houver alguma complicação a ser acompanhada.
Sim. Muitas grávidas aproveitam especialmente esta fase, quando as costas, as ancas e as pernas mais se queixam. A sessão é ajustada ao terceiro trimestre e pode ajudar a aliviar o inchaço e as dores nas costas. As indicações do seu médico ou parteira vêm sempre primeiro.
Sobretudo deitada de lado, apoiada em almofadas próprias para grávidas que a terapeuta traz consigo. É uma posição segura e confortável em qualquer fase da gravidez. Se deixar de estar confortável, basta dizer. A terapeuta ajusta as almofadas ou ajuda-a a mudar de lado.
Não. A pressão é leve a moderada e evita zonas sensíveis e pontos de pressão específicos. Na gravidez, o toque é sentido de outra forma, e o que antes sabia bem pode agora incomodar. A deep tissue fica para depois do bebé nascer.
Fale primeiro com o seu médico ou parteira. Numa gravidez de risco, só quem a acompanha pode dizer se a massagem é adequada e com que cuidados. Se tiver luz verde, conte à terapeuta todas as indicações que recebeu, logo no início da sessão.
Quase nada. A terapeuta traz a marquesa, as almofadas de apoio, as toalhas quentes, os lençóis e os óleos. Basta um espaço calmo onde caiba a marquesa e roupa confortável. Tenha à mão as indicações do seu médico ou parteira, para as partilhar no início.


